14.6.04

Viva a "Genérica"!



Em tempo de Euro 2004 já se sabe que os ajuntamentos de adeptos de futebol, durante as partidas do campeonato, crescem de forma considerável. Mas não é somente o número de espectadores que aumenta nos cafés por estes dias. A cerveja, velha “aliada” dos espectadores da bola, tem escorrido pelas gargantas em quantidades consideráveis. Juntando ao Euro o calor que se tem feito sentir, estamos nas condições desejadas pelas cervejeiras para aumentar a facturação.
No entanto, e apesar das promoções de alguns cafés aqui da Vila, sucessivas rodadas de “minis” podem sair algo dispendiosas para alguns bolsos “lagartos” menos abonados financeiramente. Sardoal Virtual não quer que ninguém fique com mágoas por “afogar” (o pior é se “elas” nadam bem que se fartam!..) e decidiu lançar um conceito que espera ser aproveitado pela iniciativa privada local. Se existem medicamentos “genéricos”, porque não criar uma cerveja “Genérica”? A “Genérica” seria uma cerveja sem marca (logo mais barata) e com os mesmo princípios activos das cervejas de marca. Aliás, os resultados desejados pelos bebedores “lagartos” das cervejas convencionais manter-se-iam com a cerveja “Genérica”: refrescar gargantas, comemorar golos e acompanhar tremoços e amendoins.
As rodadas passariam a ser um pouco mais baratas e dessa forma ninguém ficaria sem bebida para acompanhar as doses de caracóis.

“São mais 12 “Genéricas” e três doses de caracóis para a mesa do canto.”


“Emborcou num quiosque um copo de cerveja(...)”

Manuel Ribeiro, “O Deserto”


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